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domingo, 24 de abril de 2022
meteorologista de tempo
FLuidez ao passado
eva poração
ao futuro.
Nos iludimos ,
um com o'utro,
de forma que projetamos
vontades
desejos
que
não
são atributos
nossos.
O medo de mudar
é maior que
o medo de ficar
tudo igual
na trilha insana
e
livre
clima .
Eu,
meteorologista
não previ
que qualquer
história
nasce
da
fluidez da chuva,
refresca
e
empurra a sujeira do chão
para o rio que nos alimenta.
O tempo ao clarear ,
e
pouco atenta,
vosso equipamento
vira peso morto,
a se perder
na embriaguez
do esquecimento.
DIÁLOGO DO FINITO SEM FIM
Quando avistar
o mar,
Leva seu pensamento
pra mim,
pense
que estou
rindo alto
bem em frente
ao mar
aos seus pés. mergulhar,
e
ofereça um pedido em fim
para mãe
Iemanjá ,
cuidar dessa filha sem lar,
sem tempo sem jeito.
Salve Rainha
do mar!
Ofereça uma rosa branca
e agradeça a tudo
por mim!
"As ondas do mar
que tanto queres ,
e vc conhece,
aprazera -se
ao rítimo da lua
e dos ventos .
Molharei nossos pés
em breve ,
dar fim ao que não gosta.
Vc é o mar.
finito e de tão grande
infinito aos olhares,
seus.
enfim lar".
Dueto poético.
11
Natucasa REVISITADA
Lembrei hoje,
d'uma escadinha
de madeira,
acesso para
uma varanda,
que protege elevando uma
casa simples
das marés,
ela cinza a e
com pregos
enferrujados ,
não chamava
atenção
frente a beleza
do mar,
visto pela varanda e janelas ,
a sombra do telhado
ou aconchego das portas,
hoje a ausência de
quatros degraus
daquela escadinha,
fica a dificuldade
para a
beleza
da vida curta,
vista de fora ,
não impede
de chegarmos
perto,
na insistência
que limpa e
mantém
o caminho,
podendo
ser visita
ou rota
de fuga.
Dedico esse poema aos amigos que me levaram lá muito jovem, aos caiçaras e meu padrinho espiritual , Bahiano da Justa e à que eu não posso nominar !!
P.S. Craseado pela necessidade de movimento ao encontro.
11Vanja Porto, Afonso Celso Bueno Monteiro e outras 9 pessoas




