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sábado, 30 de abril de 2022



Anti odor do fascismo 


uso o colírio de Malevich,

colônia  de Rosa luxemburgo

loção de maiakovisk ,

anti séptico de Stalin 

e o perfume de Lenin 


e para a alma além do corpo e face, 


banho de Iemanjá 

e água de cheiro dos orixás. 


tudo marca luta de classe !

domingo, 24 de abril de 2022

 Somos

poemas
em
giz
de
lousa
após
escrevermos ,
viramos
pó.
Pode ser uma imagem em preto e branco






meteorologista de tempo

 FLuidez ao passado

eva poração
ao futuro.
Nos iludimos ,
um com o'utro,
de forma que projetamos
vontades
desejos
que
não
são atributos
nossos.
O medo de mudar
é maior que
o medo de ficar
tudo igual
na trilha insana
e
livre
clima .
Eu,
meteorologista
não previ
que qualquer
história
nasce
da
fluidez da chuva,
refresca
e
empurra a sujeira do chão
para o rio que nos alimenta.
O tempo ao clarear ,
e
pouco atenta,
vosso equipamento
vira peso morto,
a se perder
na embriaguez
do esquecimento.

 fazer um audio

fazer algo
fazer. o
que não
sabemos
o
Vai
dar
certo?
mas ,
melhor
tentar
que a realidade
a vontade
não tem idade
curiosidade
que
façamos
nossa
cidade
nada de casa
apenas ............
felicidade



 


DIÁLOGO DO FINITO SEM FIM
Quando avistar
o mar,
Leva seu pensamento
pra mim,
pense
que estou
rindo alto
bem em frente
ao mar
aos seus pés. mergulhar,
e
ofereça um pedido em fim
para mãe
Iemanjá ,
cuidar dessa filha sem lar,
sem tempo sem jeito.
Salve Rainha
do mar!
Ofereça uma rosa branca
e agradeça a tudo
por mim!
"As ondas do mar
que tanto queres ,
e vc conhece,
aprazera -se
ao rítimo da lua
e dos ventos .
Molharei nossos pés
em breve ,
dar fim ao que não gosta.
Vc é o mar.
finito e de tão grande
infinito aos olhares,
seus.
enfim lar".
Dueto poético.
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