Natucasa REVISITADA
Lembrei hoje,
d'uma escadinha
de madeira,
acesso para
uma varanda,
que protege elevando uma
casa simples
das marés,
ela cinza a e
com pregos
enferrujados ,
não chamava
atenção
frente a beleza
do mar,
visto pela varanda e janelas ,
a sombra do telhado
ou aconchego das portas,
hoje a ausência de
quatros degraus
daquela escadinha,
fica a dificuldade
para a
beleza
da vida curta,
vista de fora ,
não impede
de chegarmos
perto,
na insistência
que limpa e
mantém
o caminho,
podendo
ser visita
ou rota
de fuga.
Dedico esse poema aos amigos que me levaram lá muito jovem, aos caiçaras e meu padrinho espiritual , Bahiano da Justa e à que eu não posso nominar !!
P.S. Craseado pela necessidade de movimento ao encontro.



