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sábado, 8 de julho de 2023

 SURJO SUJO.

Saio de casa
ainda há noite,
a corneta
do exército
toca
os
meninos
para a
destoca
sem
motivos,
pássaros
cantam
como
fossem
para
alguém.
Deixo o lixo
na porta,
na esperança
quando
chegar
dele
nem
lembrar.
Caminho comigo
a começar o dia,
imprevisibilidades,
temperaturas,
cenários,
sentimentos
do tempo.
Vejo neblina
densa,
pequenas luzes
de semáforos,
que tentam
guiar
vultos e
carros,
nas dores
de seus
motores.
Cenas da vida
com
incertezas,
do amor,
da
saudade
sua
nobreza
certeza?
do
veredito
será
sempre
contra
o
maldito.
Pode ser uma imagem de rua e estrada
Todas as reações:
Afonso Celso Bueno Monteiro, Suzi Pigatto Pigatto e outras 12 pessoas

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