A tempos estou sendo pressionado para mudar esse blog de arquitetura e urbanismo, ativismo social e político para adicionar outras das minhas paixões, as que podem ser escritas , desenhadas ou mesmo fotografadas , mas principalmente as poesias que sempre escrevi mas que eram sub-julgadas pelo desenho, que em minha adolescência me dava tanto prestígio num menino encabulado e pura testosterona.
Nada como aquele livro do Fernando Pessoa que era de meu pai para eu viajar nas letras que mudavam de personalidade , e hoje agradeço a Caieiros, Campos e até Ricardo Reis. Tive uma passagem longa pelo concretismo, a construção das letras e versos visuais, hoje caio em todas as fontes e escalas, as que pelo menos alço mesmo sem suporte.
Espero que possamos se divertir bastante por aqui, em momentos difíceis que a arte resiste como arma civilizatória e de comunhão.