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terça-feira, 14 de abril de 2020

Janela




Janela Felicidade tão próxima, em seguida tragédia confusão, distancia acumula apesar da porta lembranças longes em foco de miopia vistas por ela, grades jaz , ela

Fluir

148 beijos das mãos ao calcanhar, passando pelo lado esquerdo do corpo, beijar, lamber cada dedo do pé, prazer continuo , em sentir a parte interna da perna , salivar...... salivar ..... e fazer escorrer , gosar , suar, ser um só, Apegar-se aos seios , como nascessem somente para isso descobrir a língua alheia como se fosse sua o suor , porra jogados não sendo mais seu.

Jogo lógico



Desejo louco ,
estava conversando resolvendo coisas passadas, O que é o passado?
o novo. e o que é o novo? Sem a prepotência são partes, da vida , antítese , quebra cabeça jogo lógico. oposto à vida.

Perfume e baton










Cada gota
que saia dessa mulher
lambia
depois
me escorria
cheirava, colírio e
me perfuma,



baton
de carne ,

caminho

que finita
aos pés ,
beijos
que
retorna
ao
tudo

a boca
aos
abraços

paixão

aos carinhos
da mão

Caminhos que não se apagam





Ao primeiro e eterno piso apegado lunar , gosto das pegadas apagadas pelo mar na areia eterna da utopia terna da maresia