Ano que botei
Shampoo
como sabonete
descobri
que pode
Irritar
os olhos ,
o coração
e seu
visual,
não tem
olhar
sem coração,
foi um
ano de acertos
e desvios ,
deixa a estrada
da vida
em devaneios
insuspeitos
nem seu ,
nem meu,
nem alheios
Janela
Felicidade
tão
próxima,
em seguida
tragédia
confusão,
distancia
acumula
apesar
da
porta
lembranças
longes
em foco
de
miopia
vistas
por ela,
grades
jaz ,
ela
148 beijos
das mãos
ao calcanhar,
passando
pelo lado
esquerdo
do corpo,
beijar,
lamber
cada dedo
do pé,
prazer
continuo ,
em sentir
a parte interna
da perna ,
salivar......
salivar .....
e fazer
escorrer ,
gosar ,
suar,
ser um só,
Apegar-se
aos
seios ,
como nascessem
somente
para isso
descobrir
a língua
alheia
como se fosse
sua
o suor ,
porra
jogados
não sendo
mais seu.
Desejo louco ,
estava conversando
resolvendo coisas
passadas,
O que é o passado?
o novo.
e
o que é
o
novo?
Sem a prepotência
são partes,
da vida ,
antítese ,
quebra
cabeça
jogo
lógico.
oposto
à vida.
Cada gota
que saia dessa mulher
lambia
depois
me escorria
cheirava,
colírio
e
me perfuma,
baton
de carne ,
caminho
que finita
aos pés ,
beijos
que
retorna ao
tudo
a boca
aos
abraços
paixão
aos carinhos
da mão