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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

FÁBULA DE UM ARQUITETO.


                                               
                                           
                             Fábula de um arquiteto

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

PREGOS E GRILHÕES .

    A unificação ortográfica pelos 8 países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa-CPLP reagiu à   uma imposição frente ao mundo globalizado-financeiro,  na busca de melhores resultados econômicos e sobrevivência cultural frente a agressiva   ação das línguas centrais sobre as ditas  periféricas.
   Torna-se necessário iniciarmos o debate sobre o avanço do sistema de medida                  pé-polegada sobre o métrico- decimal , oficial em nosso país.
    A Revolução Francesa veio encabeçar o movimento internacional iniciado no século XVII  em   estabelecer um sistema de medidas universal.
    Em 1789 a Academia de Ciências da França constitui uma comissão que definiu uma nova unidade, o metro, correspondendo a um décimo milionésimo de um quadrante do meridiano terrestre e o quilograma como unidade de massa, equivalente  a um decímetro cúbico de água á temperatura em que ela apresenta sua máxima densidade, o  mesmo volume como unidade de medida deu-se o litro.
    O Brasil passou  adotar o sistema métrico em 1862 por força da lei 1157 assinada pelo Imperador D. Pedro II.
     Em 1875 uma  conferência internacional criou o Bureau dos Pesos e Medidas que elaborou  o termo de adesão  ao tratado do sistema métrico.
         O Brasil foi um dos 20 países signatários.
     Atualmente somente os EUA e os países da comunidade Britânica, metrópole, territórios ocupados e ex- colônias,   apesarem de aderiram  ao tratado, continuam à  usar as  milhas = 1609 m , braças=1,8 m, pés=30,48  cm, palmos=22 cm e polegadas=2,54 cm. 
          Medidas medievais que usam as proporções humanas do europeu anglo-saxão do período pré   industrial.
          O arquiteto Vilanova Artigas, definiu o pé-polegada, remanesceste feudal,  coexiste de tantas ordens na organização  burguesa inglesa .
          A indústria de materiais da construção civil insiste em cotar tubos, condutores, ferragens e outros componentes em polegadas ou outras medidas mais distantes de nossa realidade,  infelizmente .
      Recém formado e residente em uma construção na cidade de Mauá, o mestre de obra para  sacanear-me ,  mandou-me comprar  pregos com dimensões fora de mercado, após humilhação  veio-me a curiosidade em saber quais suas unidades de  medidas ,     por exemplo do prego 18 x 27. Para meu espanto a primeira dezena indica o diâmetro do corpo da peça em fieira paris e a segunda, o comprimento em linhas portuguesas, sendo assim o referido prego equivale a  3,4 mm x 61 mm.    
                            Incrível a persistência de tais medidas.
   

sábado, 26 de janeiro de 2013

ARQUITETURA, VOLUME E COR PARTES INDISSOLÚVEIS DA FORMA

     A qualidade e eficácia dos sentidos humanos, longe de ser um dom divino e metafísico, trata-se de um processo genético e sua evolução educativa, quase sempre de difícil acesso a toda a população.
     A visão por requerer pouca energia e pela infinidade de informação acumulada numa fração de segundos é o mais democrático dos sentidos.
As cores das luzes do sol e das florestas

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

NIEMEYER É HOMENAGEADO NO DIA DO ANIVERSÁRIO DE SAMPA.


    Justa homenagem ao arquiteto que marcou a paisagem urbana de São Paulo e o imaginário coletivo dos paulistanos. Prefeito Haddad começou bem sua gestão. Parabéns São Paulo!!!!


sábado, 19 de janeiro de 2013

PROJETO E OBRA PÚBLICA, PEDRAS E PADRES na reforma da Matriz Velha de Americana

   Projetos transmitem sensações diferentes ao arquiteto, uma casa em que as pessoas morem confortavelmente, um loteamento bem resolvido que ofereça convívio e melhoria na qualidade de vida de seus moradores, mas obras públicas me satisfaz pelo esforço coletivo em melhorar a cidade, envolvendo a sociedade civil organizada, moradores, comerciantes e os trabalhadores públicos que  podem demonstrar a importância de suas tarefas para a população.
  Trabalhei e coordenei o departamento de urbanismo de Americana, o UDFU entre 1997 a 2000 e  lá pudemos apresentar e realizar algumas obras que implementaram melhorias na região central.
  O projeto contou com a parceria da Associação Comercial local, a ACIA e previa um quadrilátero com ampliação dos calçadões, portanto da área de pedestres e que tinha como vértices os pontos históricos e referenciais da arquitetura , a estação ferroviária, a Matriz velha, a Biblioteca e a praça principal.